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Números de Jundiaí empolgam Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP

O Encontro de Mercado, promovido pelo Secovi SP em parceria com a Proempi, que aconteceu na segunda-feira, dia 2 de novembro, além das informações sobre o comportamento do mercado imobiliário de 2019, contou com uma palestra de Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi SP, sobre as Perspectivas do Mercado Imobiliário para 2020.

Celso contou que por conta da correria no Secovi SP ele foi pesquisar sobre Jundiaí para o Encontro de Mercado e se surpreendeu com os números e informações fornecidos pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi SP. “Fazia muito tempo que não vinha para Jundiaí. Quando fui me preparar para este encontro me empolguei com os números da cidade: PIB, renda per capita que mostra a pujança da cidade. O PIB de Jundiaí é 2,4% do PIB do Estado de São Paulo: é um número astronômico se compararmos com outras regiões do Estado de São Paulo”, destacou.

Embora reforçou que não faz a mínima ideia de como o mercado imobiliário vai se comportar nos próximos 6 meses, mas positivamente. “A construção civil foi o setor que mais sofreu nos últimos anos. Perdemos 27% do nosso PIB. Enquanto outros setores cresceram, nós caímos”, lamentou. “Em 2010, o Brasil gerou 2 milhões e 200 mil empregos, mas perdemos um número significativo de empregos entre 2015 e 2016. A atividade da construção civil perdeu 1/3 dos postos de trabalho: perdeu por conta da Lava-Jato, com o fim das obras da Copa do Mundo, com o fim das obras da Olimpíadas”, avaliou.

Celso anunciou ainda que 2/3 dos empregos gerados pela construção civil tem a ver com a atividade imobiliária e, principalmente, a região sudeste. “A nossa geração de empregos é impressionante: quando olho o estoque de empregos com carteira assinada, são 36 milhões de empregos, 2 milhões são da construção civil”, compara.

O economista-chefe do Secovi SP falou sobre o comportamento do mercado imobiliário brasileiro e do Estado de São Paulo. “O nosso sistema financeiro da habitação criado na década de 60, passou pela pior crise do mundo, nos anos de 2014, 2015 e 2016, e passou incólume. O brasileiro financia 59% do seu imóvel, quando usa recurso da poupança. Quando usa o fundo de garantia, ele financia 74% o valor total do imóvel e pré-paga entre 10 e 13 anos. As questões de inadimplência não chegou a ultrapassar os 2%. O crédito imobiliário é a melhor opção para os bancos”, explicou.

Para baixar a apresentação de Celso Petrucci, clique aqui.

 

Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi SP

Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi SP